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18/11/2009 Quatro Sinais de que sua Casa vai Subi Quem está pensando em vender uma casa ou apartamento deve ficar atento aos fatores abaixo, que costumam valorizar os imóveis. Combinados, eles podem gerar uma alta de preço de 30%, segundo especialistas.
Vendas Rápidas
É um bom sinal se os imóveis colocados à venda na região são comprados em até dois meses. “Isso indica que o bairro está em alta, porque o prazo médio é de seis meses” diz Eduardo Gentil, sócio da consultoria Trust, que atende clientes de alta renda.
Pouca Concorrência
Quanto menor a oferta de casas ou apartamentos usados e de perfil parecido por perto, maior a chance do preço subir. Segundo os especialistas, os imóveis novos não são concorrência porque, em geral, são mais caros.
Novos Empreendimentos
O lançamento de um imóvel melhora o padrão do bairro. “Há novas calçadas, são contratadas empresas de segurança e, conforme o tamanho do empreendimento, a região recebe padarias e escolas”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da imobiliária Fernandez Mera.
Parques e Metrôs
Os preços costumam subir 15% quando construídos parques, praças e estações de metrô no bairro. Mas atenção: a abertura de grandes avenidas ou túneis tem o efeito inverso, porque pioram o trânsito, o barulho e a poluição.
Data: 18/11/2009 17:44:44
18/11/2009 Como comprar e vender sem pagar impost Existem maneiras pouco óbvias de aproveitar um benefício fiscal criado em 2005 para os proprietários de imóveis residenciais. A lei diz o seguinte: quem vendeu uma casa ou um apartamento e usou o dinheiro recebido para comprar outro imóvel em até seis meses não precisa pagar imposto de renda sobre a venda. O que pouca gente sabe é que é possível aproveitar a benesse para negociar vários imóveis — e não apenas um. “Um investidor que tem casas alugadas e decide vender tudo para comprar algo maior também fica isento”, diz Samir Choaib, sócio do escritório Choaib, Paiva, Monteiro da Silva e Justo, de São Paulo.
Data: 18/11/2009 17:40:59
18/11/2009 Aplique em Imóveis, não em Ações Ele é contra investir em ações
O investidor americano Robert Kiyosaki fez fortuna com a série de livros de finanças pessoais Pai Rico, Pai Pobre, que venderam quase 30 milhões de cópias. Um de seus conselhos: “Aplique em imóveis, não em ações”. Kiyosaki veio ao Brasil pela primeira vez em setembro, para participar do evento de investimentos Expomoney.
O que o senhor tem contra a bolsa?
Além de ser voltáteis, os preços das ações sofrem influência de muitos fatores, o que dificulta qualquer planejamento. Essa crise ensinou muitas lições sobre como perder dinheiro. Uma das principais foi que os ativos de papel, que são comprados e vendidos facilmente, como as ações, também são muito arriscados.
Mas os preços dos imóveis também mudam bastante.
É verdade. Por isso é preciso ter estratégia para aplicar neste mercado. O que faço - e recomendo - é comprar imóveis que gerem renda, como um aluguel, porque nesse caso é possível diluir o impacto de quedas de preço.
Data: 18/11/2009 17:37:31
18/11/2009 Bolsa teve saída de R$1 bi em capital Por Fabiana Holtz
São Paulo - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou a saída de R$ 1,039 bilhão em capital externo no pregão da última segunda-feira, dia 16. Naquele dia, o índice Bovespa fechou em alta de 1,99%, aos 66.627,10 pontos.
Data: 18/11/2009 17:33:15
18/11/2009 Mercado imobiliário aposta na ecologia Mercado imobiliário aposta na ecologia
Cresce o número de casas e apartamentos criados com preocupação ecológica.
Fique de olho: em alguns casos, promessas "verdes" podem ser exageradas.
A preocupação com o meio ambiente chegou à mesa dos corretores imobiliários. Em São Paulo, cresce o número de casas e apartamentos criados com cuidado ecológico.
Uma construtora lançará no mês que vem um condomínio que promete respeitar a natureza, apesar de reunir mil pessoas em suas quatro torres.
“Acreditamos que nosso papel seja um papel de melhoria da qualidade de vida das pessoas e a gente usou um processo industrial pra viabilizar um custo acessível”, afirma Luiz Fernando do Valle, presidente da construtora.
Todo o esgoto dos 400 banheiros será tratado dentro do próprio condomínio e usado de novo nas descargas; a água da chuva também será coletada para regar a futura horta; cuidados que podem economizar em até 30% as despesas do futuro condomínio.
Novos hábitos Cuidados como esse, até agora mais comuns em empreendimentos de alto padrão, já chegam uma variedade maior de condomínios. Em outra unidade que começa a ser vendida no centro de São Paulo, o respeito à natureza está em toda a parte: tem churrasqueira sem carvão, torneiras com temporizador e até usar energia solar para a iluminação das áreas comuns.
O síndico de um empreendimentos de alto padrão lembra que não basta ter os equipamentos ecologicamente corretos. É preciso saber usá-los. “Tem que ter uma cultura, uma educação, constante treinamento dos proprietários e dos seus funcionários, porque a torneira verde fica ao lado da torneira normal e a água sai das duas torneiras”, diz Robert Schäfer.
Nem tanto Segundo pesquisadores de arquitetura e urbanismo, todo cuidado com a natureza é importante e bem-vindo. Mas é preciso tomar muito cuidado com as promessas "verdes" para que elas não sejam meros chamarizes na hora da venda do imóvel. E em empreendimentos onde vai viver muita gente, não basta tomar conta da ecologia só do lado de dentro dos portões.
A pesquisadora da Universidade de São Paulo lembra que grandes conjuntos residenciais sempre causam impacto na cidade, mesmo incorporando as últimas novidades ecológicas. “Sustentáveis, de forma geral, eles não são. Eles têm algumas características que são desejáveis pra você diminuir a sua agressão ao meio ambiente de forma individual”, explica a urbanista Luciana Travassos.
Data: 18/11/2009 17:14:38
23/10/2009 Consórcio - Mulheres são 40% Consórcio - Mulheres são 40%
As mulheres e os jovens entre 20 e 29 anos estão entre os compradores que mais se interessam por adquirir cotas de consórcios. Dados da Associação Brasileira de Administradores de Consórcios (Abac) apontam que elas já respondem por 40% das cotas de imóveis vendidas em 2009, contra a participação de 35% apresentada em 2006, ano-base da pesquisa realizada pela Quorum Brasil e que revelou que as mulheres e os jovens se destacam entre os brasileiros que mais adquirem consórcios no País.
Denominado como “Estudo de Cenários e Oportunidades”, a pesquisa mostrou que as mulheres, que já tinham forte participação nos consórcios de automóveis (44% dos clientes), continuaram ampliando seu espaço e hoje representam 40% no segmento de imóveis.
A advogada Joanita Faryniak, 32 anos, comprou o consórcio para a compra de uma carta de crédito de R$ 60 mil, em 2006, do Consórcio Ademilar. “Na época eu era noiva e fiz a escolha por causa das taxas que eram menores do que as cobradas para financiamento”, conta.
Ela lembra que fechou o negócio em maio e foi sorteada na quarta parcela em agosto de 2006. “Como deixei o dinheiro rendendo até encontrar o imóvel , quando comprei o meu apartamento, dei R$ 60 mil para a construtora e o rendimento usei para pagar os custos da escritura do imóvel”, conta. Joanita lembra que a carta de crédito era de uns R$ 63 mil.
A contadora Márcia Vanessa Lopes, 36 anos, também optou pelo consórcio para comprar o seu primeiro imóvel pelo Consórcio Racon. “Primeiro eu estava pagando as parcelas para uma carta de crédito de R$ 40 mil, mas agora estou com uma de R$ 80 mil”, conta. Ela ingressou no grupo há dois anos, mas ainda não foi sorteada.
A mudança, segundo ela, foi realizada por conta de uma pesquisa de mercado. “Eu comecei a ver os imóveis e percebi que com apenas R$ 40 mil não conseguiria comprar o tipo de imóvel que queria”, lembra a contadora.
Ela conta que chegou até a empresa, há dois anos, através de amigos. “Eu estava pesquisando as outras formas para comprar um imóvel e nem mesmo na Caixa encontrei taxas tão pequenas”, lembra. Márcia relata que os amigos já estavam acostumados a trabalhar com consórcios como forma de investimento e por isso indicaram a ela o grupo.
A pesquisa da Abac foi feira no primeiro semestre deste ano junto a 654 entrevistados, consorciados de grupos em andamento e não consorciados em cidades com maior IPC (Índice de Potencial de Consumo). Foram ouvidas pessoas das classes A, B, C e D, entre as quais o consórcio esteve mais presente nas três primeiras com destaque para a B.
Vendas — Estudo da Abac aponta ainda um crescimento de 10,4% na venda de cotas de consórcios de imóveis no País, no primeiro semestre deste ano, frente a igual período do ano passado. Enquanto nos seis primeiros meses do ano passado eles somavam 29 mil, em 2009 totalizaram pouco mais de 32 mil.
Na Ademilar, administradora de consórcios especializada em imóveis, com sede em Curitiba, o crescimento no semestre foi de 51,5% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas passaram de R$ 104,9 milhões para R$ 158,9 milhões em créditos para o setor imobiliário. Só no último mês, foram 80 famílias contempladas, um recorde para a empresa.
Fonte: Portal Paranaense
Data: 30/10/2009 17:25:42
10/11/2009 3 mil famílias conseguem registro 3 mil famílias conseguem registro
Quase 3 mil famílias conseguiram gratuitamente registro de posse de imóvel no Rio de Janeiro por causa do projeto Registro de Documento em Ação, nos últimos três anos. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (28/8), no estado.
Só na favela do Cantagalo, em Copacabana, onde o projeto começou, 875 famílias já foram beneficiadas. E mais 705 no Pavão-Pavãozinho e 88 no Complexo do Alemão – ambas na zona norte da cidade.
O projeto foi criado pela titular do Sexto Ofício de Títulos e Documentos, Sônia Andrade, e tem como parceiros o Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública, o Instituto Novo Brasil Pelo Carimbo Solidário e outros cinco ofícios de títulos e documentos do Rio.
O registro de posse exige um processo na Justiça. Mas com a estrutura oferecida pelo projeto, o acompanhamento judicial é feito pela Defensoria Pública, também, gratuitamente. O projeto está inscrito no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
De acordo com Sônia Andrade, “com o registro de posse, a pessoa fica próxima de obter o direito à propriedade, que vai lhe garantir, inclusive, realizar reformas no imóvel com financiamentos da Caixa Econômica Federal e recursos para pessoas de baixa renda provenientes do Fundo de Habitação”.
Ainda segundo ela, “com o direito de propriedade assegurado, as negociações de compra e venda nas comunidades passam a ser feitas dentro da formalidade, com segurança para as duas partes, o que evita conflitos”.
O projeto começou no Cantagalo em 2006. Funcionários do Instituto Novo Brasil Pelo Carimbo Solidário e da Defensoria Pública se reuniram com a direção da Associação de Moradores da comunidade e relacionaram os documentos e procedimentos necessários.
Fonte: Consultor Jurídico (www.conjur.com.br)
Data: 30/10/2009 17:25:23
10/10/2009 Programa Minha Casa Minha Vida Programa Minha Casa Minha Vida
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que o programa Minha Casa, Minha Vida “agora vai ngrenar”. Segundo ele, muitos contratos já foram assinados e as empresas responsáveis pela construção e entrega dos conjuntos habitacionais estão preparadas. “Acho que agora começa a acontecer aquilo que a gente previa”, disse.
Em seu programa semanal Café com o Presidente, Lula ressaltou que quer uma “melhora substancial” na vida dos brasileiros. “Para que a gente possa, em um curto espaço de tempo, para de falar o nome favela e começar a falar bairro”, acrescentou.
Ele comentou sua visita ao Acre, onde assinou documento para o início das primeiras 208 casas populares no estado, e ao Rio de Janeiro, onde entregou moradias e obras de saneamento. Para o presidente, a parceria com o governador Sérgio Cabral demonstra que “é possível resolver o descaso a que as pessoas foram submetidas ao longo de décadas”.
O presidente afirmou hoje que o país tem dado uma contribuição muito grande para a integração na América do Sul. Ele comentou ainda a visita que fez à Bolívia na semana passada.
“Para nós, a integração não é apenas a relação entre os chefes de Estado, é a construção de obras que possam permitir a facilidade de locomoção de pessoas, de produtos agrícolas e industrializados, para que também possa crescer o comércio entre os países”, disse.
Lula lembrou que, na Bolívia, o Brasil fez um financiamento de US$ 300 milhões para a construção de uma rodovia que abra acesso, inclusive, ao Peru. “O Brasil tem responsabilidade com o desenvolvimento, não apenas próprio, mas da América do Sul”, reforçou. (Agência Brasil)
Fonte: Café com o presidente
Data: 30/10/2009 17:25:07
02/11/2009 Financiamento cresce 29% O financiamento da casa própria com dinheiro da poupança cresceu 29% no primeiro semestre, ante igual período do ano passado, informou ontem a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Os empréstimos somaram R$ 8 bilhões no período.
O número de unidades financiadas caiu 2,57%, para 125,136 mil.
O financiamento de construções caiu 24% ante o primeiro semestre de 2008, quando a economia ainda não havia sido afetada pela crise mundial, e somaram R$ 5,6 bilhões. No total, os empréstimos para o setor com recursos da poupança somaram R$ 13,605 bilhões, um crescimento de 5% ante 2008.
Em junho, foram financiados R$ 2,976 bilhões com recursos da poupança, uma queda de 6,78% em relação a junho de 2008 e aumento de 24,7% ante maio. Conforme a Abecip, foi o melhor resultado mensal de 2009. Em junho, foram financiadas 25.840 unidades, 20,6% menos que no mesmo mês de 2008 e aumento de 24,1% ante maio.
Segundo o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, o crédito imobiliário com recursos da poupança deve somar no mínimo R$ 30 bilhões este ano. A projeção representa estabilidade em relação aos R$ 30,032 bilhões do ano passado.
"Nossa expectativa é conservadora", disse França, acrescentando que a perspectiva é que os financiamentos no segundo semestre fiquem perto dos R$ 17 bilhões da segunda metade de 2008. O número de unidades financiadas deve superar 300 mil, ante 299.685 no ano passado.
Segundo ele, a estimativa para 2009 só está sendo divulgada agora porque "no primeiro semestre era muito difícil fazer projeções". França disse que, se incluídos os R$ 15 bilhões previstos no orçamento do FGTS, o crédito imobiliário chegará a R$ 45 bilhões este ano. Em 2008, incluindo R$ 10 bilhões do FGTS, foram concedidos R$ 40 bilhões em financiamento imobiliário.
INADIMPLÊNCIA
Não se pode afirmar que está havendo migração das aplicações de renda fixa para a poupança, principal fonte de recursos do crédito imobiliário, disse França. Segundo ele, até julho, enquanto o saldo de poupança cresceu 7,4%, os fundos cresceram 15,5%, os CDBs, 4%, e os depósitos à vista caíram 13,1%.
Em julho, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) respondia por 11% das captações, enquanto os fundos detinham 57%, os CDBs, 24%, depósitos à vista, 5%, e poupança rural, 3%. Para efeito de comparação, França citou que em dezembro de 2007 a participação do SBPE era a mesma de hoje e, em dezembro de 2000, de 18%.
França informou ainda que a inadimplência do SBPE, medida pelo porcentual de mutuários com mais de três prestações em atraso nos contratos firmados após 1998, era de 2,96% em junho, ante 3,07% no ano passado e 12,02% em 2000. Considerando somente os contratos com alienação fiduciária, a taxa cai para 1,19% em junho deste ano. Data: 30/10/2009 17:24:38
05/10/2009 Uso do FGTS cresce 156% Uso do FGTS para abater dívida da casa própria cresce 156%
Até o fim do ano devem ser retirados R$ 800 milhões do fundo para reduzir o saldo devedor ou pagar prestações
POR ANA D’ANGELO, RIO DE JANEIRO
Brasília - Dados oficiais revelam que os mutuários da casa própria estão descobrindo as vantagens de sacar o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater ou liquidar o saldo devedor e também para pagar parte das prestações. As retiradas com essas finalidades dispararam nos últimos quatro anos.
Em 2005, R$ 312 milhões saíram das contas do FGTS para amortizar ou liquidar o financiamento habitacional. No ano passado, o volume mais que dobrou: R$ 639 milhões. Neste ano, somente até julho, já foram retirados R$ 482 milhões, o que projeta em torno de R$ 800 milhões até o fim do ano (156% mais). O valor médio por mutuário foi de R$ 6 mil.
TENDÊNCIA VANTAJOSA
Embora em valores menores, o montante total utilizado para pagar parte das prestações também cresceu significativamente, 63% nos últimos três anos: pulou de R$ 59 milhões em 2005 para R$ 96 milhões. Para este ano, a estimativa é de R$ 140 milhões, 137% mais que há quatro anos.
Não é vantagem para o mutuário deixar dinheiro na conta do FGTS, pois os juros do financiamento são bem mais altos que o rendimento do dinheiro que fica no Fundo de Garantia. Enquanto o saldo do FGTS rende 3% ao ano mais correção pela TR, os empréstimos da casa própria cobram taxas que vão de 5% ao ano (para rendas menores) a 12% ao ano mais TR, além do seguro habitacional por danos ao imóvel, que é calculado com base no valor do saldo devedor existente a cada mês.
O aumento de saques para abater prestação ou saldar dívida foi maior que a da tradicional retirada para cobrir a entrada ou reduzir o valor financiado no momento da compra, que cresceu 43% entre 2005 (R$ 2,8 bilhões) e 2008 (R$ 4 bilhões). Para este ano, a estimativa é de no máximo empatar com o total usado no ano passado. Nesse tipo de saque, o valor médio variou de R$ 8.600 a R$ 9.300 por trabalhador nos últimos dois anos.
PARA PAGAR MENOS POR MÊS
Chama a atenção nas estatísticas o fato de a utilização do FGTS para pagar parte da prestação ter crescido neste ano mais que as demais modalidades em relação a 2008, quando iniciou a crise econômica internacional. Significa que muitos mutuários não estavam aguentando pagar a prestação contratada inicialmente. Isso porque usar o saldo do FGTS para amortizar o saldo devedor é mais vantajoso do que para cobrir parte do valor da prestação devida. É que o mutuário desembolsará menos a título de juros ao longo do financiamento, no caso de amortização, ou se livrará de vez da dívida, caso tenha o suficiente no FGTS para quitá-la.
Mutuário não pode ter outro imóvel
Há regras básicas para utilização do FGTS na casa própria. O trabalhador tem que ter pelo menos três anos de conta do FGTS, mesmo que não sejam seguidos ou recentes. No caso de utilização para amortizar o saldo devedor ou pagar prestações, o imóvel precisa ser financiado pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação) e ser a moradia própria do mutuário e sua família.
O titular da conta não pode ter outro imóvel no município onde reside ou tem a ocupação principal, nem nas cidades vizinhas ou limítrofes. Também não pode ser promissor comprador, ou seja, ter adquirido os direitos de um imóvel ainda em construção, na planta. Outra exigência é que o mutuário não pode ter outro financiamento do SFH em qualquer lugar do País.
Para solicitar o saque do Fundo de Garantia, as prestações do financiamento precisam estar em dia. Outro detalhe é que o mutuário precisa ter atendido essas condições também na época em que comprou o imóvel, ou seja, para moradia própria.
O mecanismo uso do FGTS não é autorizado em caso de imóvel comercial ou mesmo residencial financiado fora do SFH.
Fonte: O dia on line
Data: 30/10/2009 17:24:16
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